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Foto: John Ulhoa

Foto: Daniel Maia

Da série: “Encontrei Esse Arquivo Perdido…”. Vai aí o videoclipe feito pela Gabi Lima de nosso primeiro encontro com Maki-san, quando ela esteve no Brasil em 2009 para uma participação no festival Eletronika, aqui em BH. O áudio é de uma sessão do ensaio e as cenas foram captadas em nosso estúdio e no Parque Guanabara. Aliás, já fizemos várias fotos e matérias nesse lugar que é diversão garantida na Pampulha! Também estrelando: Dudu Tsuda, Mariá Portugal, Thiago Braga, Noboru Tomizawa, Nina Takai, John Ulhoa… e a bateria emprestada do meu irmão Vitor Takai.

Música e Letra: Konishi Yasuharu

Feliz Ano Novo!

Quando fui convidada em 2004 pra gravar o especial “Um Barzinho, Um Violão – Jovem Guarda”, nem imaginava que seria um sucesso de YouTube e de show. Na verdade me chamaram tão em cima da hora que desconfiei que alguém tivesse desmarcado… Mas aceitei e fui escolher uma canção. A minha primeira indicação não pode ser aceita por problemas de liberação com editora ou coisa parecida. Um dia eu conto qual era… Então me lembrei de “O Ritmo da Chuva”, de uma memória infantil que eu tinha da trilha da novela “Estúpido Cupido”. Como podia ter um músico convidado, pensei logo no Rodrigo Amarante. Queria fazer um dueto com alguém que eu gostasse muito. Liguei pra ele e disse: “Vamos gravar ao vivo uma música pra um programa de tevê? Mas é pra daqui a dois dias!”. Ele respondeu que sim e gostou da ideia da versão do Demétrius.

Pois logo eu estava chegando à casa dele pra ensaiar um pouco e buscá-lo pra passagem de som, saindo direto do aeroporto – Confins/Galeão. Foi tudo tão corrido que tocamos umas 3 vezes lá na locação, acertamos o som e fomos de volta pro meu hotel pra ensaiar algumas vezes mais. Achei um vídeo desse momento que acabou se tornando um encontro muito bacana.

Pra completar, passeando pelos comments, achei um do J.C. Gummoe que é o autor de “The Rythm of The Rain”, grande hit do The Cascades em 1963. Olha que simpático!

No quarto com a gente: Aluizer Malab (empresário do Pato Fu) e Sara Eller (nossa produtora na época).

Quem mora aqui em Belo Horizonte faz tempo, com certeza conhecia a famosa loja BOB TOSTES Discos e Fitas que ficava na avenida Cristóvão Colombo, 273, Savassi.

Pois o Bob Tostes é uma pessoa muito especial: cantor, compositor, produtor, apresentador de rádio e tevê, sabe tudo de cinema, além disso tem uma voz macia e acolhedora.

Ele lançou no primeiro semestre deste ano, o álbum “Horizonte“  junto com Marcelo Gaz e me chamou pra cantar uma canção singela deles, RIMAS PEQUENAS, num dueto como os de antigamente, com arranjos de Juarez Moreira.

Pra quem gosta de detalhes e curiosidades, há um agradecimento carinhoso a ele no encarte do meu primeiro disco solo.

Para quem ouviu o disco Duetos que comemorou os 50 anos do Renato Russo, fica aqui como curiosidade a gravação de uma das opções de vocal que fiz há um ano.

Imagino que deva ser o tipo de material só pra fãs mesmo, um registro totalmente caseiro feito pelo John.

Como estamos em férias, tô dando uma geral e encontrando coisas assim…

Quem quiser mais, põe o dedo aqui.

:  D

A versão inteira pode ser escutada neste vídeo postado por alguém que gostou muito dessa versão em inglês de “O Cantador” (Dori Caymmi/Nelson Motta).

Ei pessoal,

O Canal Brasil tem exibido o show Luz Negra na íntegra, assim como ele aparece no DVD. Sempre recebo muito retorno positivo sobre este documentário visual da turnê, o que me enche de alegria.

Daí me lembrei que existe um conteúdo escondido no DVD que ninguém deve ter visto até hoje. Acho que escondemos demais. Nos DVDs do Pato Fu costumamos colocar algo para os fãs com tendências investigativas, mas no site atual da banda na seção Vídeos, colocamos dois dos chamados easter eggs que pouca gente tinha visto: bastidores do Rock In Rio 3 e videoclipe alternativo da música Vida Diet, feito no Japão.

Aqui vai o mapa pra ver os erros de gravação do Luz Negra (foram poucos, mas o registro é bacana). Pra quem gostou de ver o show na TV, reforço que o DVD tem um bocado de coisinhas apetitosas como videoclipes e cenas de bastidores. Vamos ao que interessa:

- Vá até os Extras uma vez

-Volte ao Menu principal e volte ao Extras

-A foto vai mudar e 3 bolinhas aparecerão na tela

- Clique e voilà!

Sei que o post vai ficar grande, mas cabe aqui um adendo… Eu vez por outra cantava “Rehab” nos shows e comentava de maneira bem-humorada e carinhosa sobre a Amy. No conteúdo escondido menciono o nome dela. Eu realmente não imaginava que Amy fosse partir tão cedo, aos 27 anos, como vários outros ídolos. Pensei que esse tipo de lenda tivesse acabado e que nos dias de hoje, as pessoas conseguem “salvar-se” mais.

Não sinto mais vontade de cantar essa canção. Provavelmente não vou fazer isso outra vez. É diferente de cantar “Ben” que o Michael gravou e também se foi… não sei explicar direito. Só queria compartilhar aqui um texto que escrevi dois anos antes. E no fim ainda pude vê-la em São Paulo, torcendo pra que tudo desse certo ali no palco. Nunca sabemos o que se passa realmente com as pessoas públicas ou não. Quão complicada ou estereotipada uma situação pode ser, vista de longe. Deixo aqui o meu respeito por ela e sua música que será eterna.

VAMOS SALVAR AMY!

Publicado no jornal Estado de Minas em 18 de julho de 2008

Eu me lembro bem que há dois anos lia em todos os lugares que ela estava indicada como a maior revelação da música britânica dos últimos tempos. A princípio dei pouca atenção porque sempre existe um certo exagero, diria até necessidade, de renovar o panteão de ídolos ano após ano. Em toda matéria vinha o nome de Amy, com elogios rasgados. E foi assim até que ela passou dos jornais, revistas e internet para as rádios aqui no Brasil.

Quando ouvi duas canções em emissoras com perfil totalmente diferente (uma rádio adulta e outra jovem) e soube que eram da mesma pessoa, imediatamente fui à procura das músicas dela na internet. Gostei de uma. Gostei de duas. Gostei do disco inteiro. “Back To Black” é um clássico incontestável e era só seu segundo álbum. Vi clipes e acompanhei algumas entrevistas. Aí junto com a qualidade da música já vinham as notícias que ela tinha problemas… Sua vida afetiva era conturbada. Aqueles detalhes todos que acompanham alguém em evidência.

Amy com apenas seus vinte cinco anos canta muito e vende muito. É um grande negócio recheado de um talento ímpar. Não bastasse a sua voz, é uma compositora de mão cheia. E tem a habilidade de transformar seus problemas em canções muito fortes. Ela praticamente transporta seus diálogos da vida real para as músicas e manda recados aos amigos e inimigos.

Fiquei pensando que a gente está acostumado com a figura da morte precoce de jovens ícones do rock como Janis Joplin, Jim Morrison, Jimmy Hendrix. Uma história que se repete ao longo do tempo. Eles partiram cedo, embalados por uma mistura perigosa de substâncias ilícitas, superpoderes imaginários e descompensação emocional frente a avalanche de acontecimentos que se tornou sua vida cotidiana.

É triste ver uma pessoa como Amy Winehouse definhando em público. Com a quantidade de câmeras de bolso que se tem agora, as imagens desse astros são capturadas e propagadas em todos os momentos. A gente acompanha uma tragédia pessoal, tornada pública. O triunfo e o caos.

Já fizeram camisetas de “Save Amy” por aí. Se achar uma vou comprar. Sou fã da moça que teve bochechas um dia e agora está tão magrinha que parece que vai se quebrar quando cair do salto da próxima vez.

Por pouco não vi o show que ela fez no Rock In Rio Lisboa, pois me apresentei no mesmo festival. Não pude ir. Acompanhei pela internet a quase-apresentação dela. Sem voz, cambaleante e sem jeito, Amy estava num estado muito frágil. Naquela hora, em frente ao meu computador vendo trechos do concerto na internet, pensei que ela pode ir embora desta vida a qualquer momento. Por isso gostaria de deixar aqui o meu protesto: Amy, não se vá. E só você pode se salvar, aprendendo a gostar mais de você. Como a gente mesmo gosta.

Fernanda Takai


Além disso, na premiação Latina estamos concorrendo ao  

Já ganhamos prêmio este ano com o “Música de Brinquedo” em categoria adulta, então parece que o negócio é mesmo colocá-lo em todas as prateleiras – desde que sejam de boa música e sempre bem acompanhados…

Ah! O show da turnê que deu origem ao DVD é finalista também ao  

Aceitamos torcida a favor!!!

O “Música de Brinquedo” DVD/CD ao vivo já pode ser encomendado/ encontrado nas melhores lojas do ramo!

Eu acho que é um bom presente pra quem viu o show ou mesmo para aqueles que nem tomaram conhecimento dessa empreitada com os brinquedos, bonecos e miniaturas… Fica aqui uma modesta sugestão.

:  )

Projeto Gráfico: Sandra Hiromoto

Orelha: Laerte

“’A mulher que não queria acreditar’ reúne histórias que representam todos os lados da escritora. Há aquelas nas quais o assunto do dia a dia ou um acontecimento banal convocam o leitor a prestar atenção nas coisas simples, na melhor tradição da boa crônica brasileira. Em outros momentos, surgem contos, ficções construídas sem tempo a perder, que vão diretamente ao ponto, revelando um personagem interessante, uma situação inusitada ou um caso engraçado. Por vezes, quem conta o conto e aumenta um ponto é um bicho, até mesmo um bicho de pelúcia. E há os momentos em que Fernanda fala de sua vida, da artista que é mulher, filha, amiga e mãe. [...] O mistério da literatura está exa­tamente nesse equilíbrio entre saber dosar o que é pessoal e o que é humano. Quando a escritora fala de si, percebemos que nosso sentimento é tocado.  Fernanda Takai não é apenas uma pessoa que tem o que dizer. Ela sabe como fazer isso. E de várias maneiras.”

Do prefácio de João Paulo, jornalista do Estado de Minas

Editora Panda Books

Foto: Gabi Lima

Estivemos juntos nos palcos do CCBB Brasília e São Paulo participando do projeto Soy Loco Por Tí América. Já estamos com saudades de todos que fizeram parte desses shows. Pato Fu e Aterciopelados (Colômbia) tem feito coisas à distância mas foi a primeira vez ao vivo, tocando e cantando músicas preferidas um do outro. Paulinho Moska foi o mestre de cerimônias mais do que entusiasmado.

Foto: Gabi Lima

John esteve apenas num dos shows em BSB pois tem estado ocupado mixando o DVD “Música de Brinquedo” do Pato Fu. Todos sentiram falta da guitarra nos dias seguintes…  :  )

Foto: Gabi Lima

Foi uma experiência incrível estar perto desses artistas e misturar um pouquinho de nossa arte em português e espanhol. O projeto segue com outros encontros saiba mais aqui.

Ah! E o Pato Fu acaba de ganhar o prêmio de  Melhor Álbum no 22 o. Prêmio da Música Brasileira com o CD “Música de Brinquedo”. Viva!Foto: John Ulhoa

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